A banda de rock canadiana Red Rider, formada em Toronto em 1975, era constituída por Peter Boynton, Ken Greer, Rob Baker, Arvo Lepp e Jon Checkowski. O grupo começou por tocar música original e de covers em Toronto antes de Tom Cochrane se juntar como cantor/guitarrista/compositor em 1978. Esta mudança na formação levou à saída de Lepp e Checkowski, com Jeff Jones a substituir este último no baixo. Assinados pela Capitol Records, os Red Rider lançaram o seu álbum de estreia, Don't Fight It, em outubro de 1979, que incluía os singles "White Hot" e "Don't Fight It", atingindo rapidamente o estatuto de ouro.
O segundo álbum dos Red Rider, As Far as Siam, foi lançado em junho de 1981 e incluía o êxito "Lunatic Fringe", que teve um grande sucesso na rede de televisão por cabo americana MTV. A banda continuou com Neruda em março de 1983, com o teclista Steve Sexton e faixas notáveis como "Human Race" e "Napoleon Sheds His Skin". O seu lançamento seguinte, Breaking Curfew, incluiu o single de topo "Young Thing, Wild Dreams (Rock Me)". Em 1986, a banda tornou-se oficialmente Tom Cochrane & Red Rider, lançando o seu álbum autointitulado. Ganharam um Juno Award para Grupo do Ano em 1987 e lançaram Victory Day em 1988, que incluía "Big League". O seu último álbum, The Symphony Sessions, foi gravado com a Orquestra Sinfónica de Edmonton e lançado em dezembro de 1989. A banda dissolveu-se no início de 1990. Cochrane embarcou numa carreira a solo, enquanto os Red Rider se reuniram em 2002 para digressões anuais.