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Babi Jaques e Lasserre

29 fãs

Top músicas do artista

Pólvora Babi Jaques e Lasserre 04:24
Estorinha de Cacilda Babi Jaques e Lasserre 04:49
Cão Guia Babi Jaques e Lasserre, Sofia Freire 04:01
Deixa Fluir Babi Jaques e Lasserre 03:20
Seguir a Vida Babi Jaques e Lasserre 04:11

Último lançamento

Pólvora

por Babi Jaques e Lasserre

22/04/2022

4 fãs

Playlists

Para todos os moods

Biografia

Músicos e artistas visuais, o casal nômade Babi Jaques e Lasserre mora em uma vanhome Brasil afora, fazendo shows presenciais e virtuais, residências artísticas e outras produções. Parceiros de composição desde 2009, esse casal coleciona 20 premiações pelo país. Já circularam mais de 80 cidades brasileiras, além do Uruguai, Argentina, França, Itália e Suíça. Em 2019, assumiram o nomadismo e fizeram uma casa em uma van, carregando um carretinha, que vira um palco e um estúdio móvel de áudio, vídeo e fotografia. Além de cantores, compositores e músicos, são videomakers, fotógrafos, iluminadores e apresentam o programa de rádio "Viajando na música" na Frei Caneca FM. Naturalmente, seu trabalho musical converge música com cinema, fotografia e outras linguagens e, uma maior facilidade para oferecer shows presenciais e virtuais. Em 2021, lançaram pelo Festival Coquetel Molotov um road movie chamado “Girassóis - Prelúdio”, um documentário que mostra a vida na estrada e os desdobramentos do projeto durante a pandemia. Também participaram da coletânea ̃Natureza Sonhadora ̃, tributo a Accioly Neto, ao lado de artistas como Zeca Baleiro, Chico César, Zélia Duncan e outros. Com 3 videoclipes e singles lançados e produzidos durante as residências artísticas que o duo fez na estrada (incluindo uma temporada na sede da Mídia Ninja em SP), o duo se prepara para lançar mais alguns clipes e músicas que esquentam o primeiro álbum. As músicas fazem parte do álbum “Sóis” que será lançado nesse semestre e tem no repertório, uma sequência de 12 músicas influenciadas pelas casas astrais e seus elementos. Sonoramente convergem o eletrônico e o orgânico, numa mistura de controladores, berimbau, sintetizadores, violões, ukulele, tambor falante e outras percussões, que resultam numa sonoridade pop tropical. O conceito do obra passeia pela sincronicidade, a relação entre som e luz, busca pelo autoconhecimento e resiliência. Com uma apresentação que transporta o público para uma atmosfera tropicalista, transcendental, mística e ao mesmo tempo futurista, o show foi premiado pelo Festival Janeiro de Grandes Espetáculos, como melhor pesquisa sonora e visual. No palco, tocam a luz pelos instrumentos musicais e computadores, controlando também efeitos visuais como raio laser e fumaça.