Alex Sant’Anna começou a tocar profissionalmente em 1997, e em 2003 lançou seu primeiro disco com a naurÊa, banda que ajudou a fundar. No total a discografia tem 03 CDs, 03 EPs e 01 DVD com a naurÊa e 04 CDs, 03 EPs na Carreira solo.
Já teve músicas incluídas em coletâneas como World Music: South America Brazil (2013), Music From Sergipe (Disco de Barro, 2012), What’s Happening in Pernambuco (New Sounds of the Brazilian Northeast) (Luaka Bop, 2007), Music From Northeast Brazil (2005).
Dividiu o palco com artistas como Tom Zé, Manu Chao, Shantel, Isaar, Genival Lacerda, Lenine, Zeca Baleiro, Pedro Luis e a Parede, Naná Vasconcelos, Bumcello (França), Debayres (Argentina), Dj Dolores e outros.
Longe do microfone e holofotes fundou o selo Disco de Barro por onde lançou as coletâneas Sergipe's Finest e Serigy All-Stars com a finalidade divulgar a música produzida em Sergipe em feiras e festival como a Feira Música Brasil (Recife), Porto Musical (Recife), Feira da Música de Fortaleza (Ceará), FMI (Brasília), Conexão Vivo (Belo Horizonte), Popkomm (Berlin), Juicy Beats (Dortmund), Casa Brasil (Londres), Blue Balls (Suíça).
Por três anos dirigiu a Aperipê FM, rádio que já foi referência de rádio pública no Brasil por abrir espaço para a nova produção brasileira, em especial a produção local.
No Teatro Alex fez a trilha dos espetáculos ‘Respire ... e conte até 10’ (2002), Palavras Mágicas (2008), Projeto Cenas de Bolso: Duas Histórias de amor (2009), Acorda (2009), Felicidade conjugal ou quase isso” (2010), Pela Janela (2011), O Natimorto (2013), ‘Saluba Medeia’ (2013) e Vulcão (2015), todos do grupo Caixa Cênica, no cinema compôs a trilha para o curta ‘A morrer’ (2005) de Gabriela Caldas e ‘Para Leopoldina’ de Diane Veloso e Moema Pascoine (2014), além de canções para os curtas Clandestino de Baruch Blumberg (2017) e Ave Seca de Carol Mendonça (2018).