Depois de oito anos à frente do supergrupo brasileiro Soweto, o vocalista Belo decidiu se estabelecer na indústria fonográfica como artista solo. Tendo vendido mais de três milhões de unidades com o Soweto, Belo já era considerado a voz do samba de sua geração antes de iniciar sua carreira solo, uma reputação arduamente conquistada que só ganharia ainda mais credibilidade. Sua estreia solo, Desafio (EMI), foi um enorme sucesso, alcançando disco de platina duplo em menos de um ano após o lançamento. Belo ao Vivo, um álbum ao vivo lançado em outubro de 2001, foi uma continuação sólida, vendendo mais de 270 mil unidades. Belo recorreu consistentemente aos músicos que contribuíram para o sucesso do Soweto. O produtor Prateado, juntamente com arranjadores e instrumentistas como Jota Moraes, Paulinho Calazans e Carlinhos Gonzalez, foram colaboradores frequentes desde os primeiros dias de Belo até seus terceiro e quarto álbuns originais, Valeu Esperar e Romance Rosa. Em 2006, Belo lançou Procura — Se Um Amor, uma coletânea de seus trabalhos solo.